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	<title>Acesso Livre Brasil &#187; Informação científica</title>
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	<description>Esse site é dedicado às questões relativas ao acesso livre e é mantido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.</description>
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		<title>Acesso Livre Brasil &#187; Informação científica</title>
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		<title>Matéria na Nature tenta descaracterizar iniciativa Open Access</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/06/15/materia-na-nature-tenta-descaracterizar-iniciativa-open-access/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

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		<description><![CDATA[

Por Hélio Kuramoto, também publicado em seu blog
Enquanto no Brasil a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nìvel Superior (CAPES) desenvolve iniciativa em benefício do acesso livre à produção científica brasileira publicada em revistas  da Elsevier mediante acordo assinado com essa empresa, dois estudantes de doutorado tentam descaracterizar o acesso livre.
Fazendo uma análise mais fria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=565&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<div>
<p>Por Hélio Kuramoto, também publicado em seu <a class="wp-caption-dd" href="http://kuramoto.blog.br/" target="_blank">blog</a></p>
<p>Enquanto no Brasil a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nìvel Superior (CAPES) desenvolve iniciativa em benefício do acesso livre à produção científica brasileira publicada em revistas  da Elsevier mediante acordo assinado com essa empresa, dois estudantes de doutorado tentam descaracterizar o acesso livre.</p>
<p>Fazendo uma análise mais fria sobre a matéria, me vem à mente algumas indagações:</p>
<p>1) Em um país desenvolvido onde o uso da Internet é mais intenso e o uso de mecanismos maléficos como o spam são normalmente conhecidos e evitados, teria um editor de revista científica coragem de se utilizar tais mecanismos para fazer uma chamada de artigos para a sua revista? Me parece ingênuo e mentiroso o argumento utilizado pelos autores do experimento.</p>
<p>2) Porque os autores não submeteram o seu artigo a uma revista cientifica bem classificada no “ranking” das revistas indexadas?</p>
<p>3) Por que fazer o experimento apenas com uma revista de acesso livre?</p>
<p>4) Quais eram as reais intenções daqueles autores?</p>
<p>Essas indagações me levam a crer que aquela matéria foi uma tentativa declarada e maldosa de descaracterizar as iniciativas do acesso livre, em especial aquelas que se encaixam na via dourada, ou seja, o das revistas que adotam um modelo de negócio para se manter acessível livremente. Além disso, trata-se de uma tentativa também de confundir os pesquisadores quanto aos fundamentos, princípios e propósitos do acesso livre.</p>
<p>É importante ressaltar que o acesso livre não propõe uma nova alternativa de comunicação científica. Os fundamentos e princípios da comunicação científica tradicional continuam válidos e sendo adotados nas revistas de acesso livre. O que muda basicamente é o suporte físico e o modelo de sustentabilidade. Por outro lado, é importante enfatizar que o acesso livre não facilita e nem dificulta a fraude. Os mecanismos de proteção e manutenção da qualidade são os mesmos daqueles preconizados por revistas comerciais.</p>
<p>Existe uma organização chamada <a class="wp-caption-dd" href="http://oaspa.org/blog/2009/06/11/publishing-ethics-open-access-and-oaspa/" target="_blank">OASPA – Open Access Scholarly Publishers Assotiation</a>, que tem um <a class="wp-caption-dd" rel="#someid1" href="http://www.oaspa.org/conduct.php" target="_blank">código de conduta</a>. O publisher Bentham Science não é membro desta organização, portanto, em princípio não adota os preceitos do código de conduta desta organização. E, isto significa também que não houve preocupação por parte dos autores de selecionar uma revista de comprovada idoneidade para a publicação e seu artigo. Tratou-se de uma brincadeira e como tal devemos encarar os referidos autores. Portanto, não merecem crédito algum.</p>
<p>Não posso deixar de me indignar com essa tentativa descarada e maldosa de descaracterizar as iniciativas do acesso livre. E, espero que os nossos pesquisadores não embarquem nessa balela. É nossa responsabilidade preservar o elevado espírito das iniciativas do acesso livre e lutar contra essa descaracterização, pois, o insucesso do acesso livre poderá projedicar a nós mesmo, os próprios pesquisadores. Nâo podemos ler matérias como aquela de forma passiva e sem o menor senso crítico.</p>
<p>Apesar desses ataques, continuo acreditando que o Acesso Livre é um caminho sem volta, é irreversível e está em vias de se consolidar em todo o mundo!!!</p>
<p>Acesso Livre significa compartilhar conhecimentos, significa construir a base para um mundo melhor e menos desigual!!</p></div>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Acesso Livre e seus desdobramentos na Espanha</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/08/acesso-livre-e-seus-desdobramentos-na-espanha/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/08/acesso-livre-e-seus-desdobramentos-na-espanha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 May 2009 20:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia recente, publicada pelo jornal El Mundo, explica porque cada vez mais os pesquisadores optam por publicar os resultados de suas pesquisas em acesso livre. A matéria cujo título original é “La edición científica tradicional frena la difusión del saber” e que pode ser traduzido para “A edição científica tradicional freia a difusão do saber”, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=530&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Notícia recente, publicada pelo jornal <a class="wp-caption-dd" href="http://www.elmundo.es/diario/" target="_blank"><span class="wp-caption-dd">El Mundo</span></a>, explica porque cada vez mais os pesquisadores optam por publicar os resultados de suas pesquisas em acesso livre. A matéria cujo título original é “La edición científica tradicional frena la difusión del saber” e que pode ser traduzido para “A edição científica tradicional freia a difusão do saber”, traz como temática principal os desdobramentos do movimento de acesso livre na Espanha.</p>
<p>A matéria faz uma comparação entre o velho modelo de difusão da ciência e o novo baseado em <em>Open  Access</em>, apresentando os pontos positivos deste em relação àquele e os entraves à sua implantação no país. Entre os benefícios citados está o incremento dos ganhos gerados pela pesquisa científica pois, com o aumento da acessibilidade há um acréscimo no retorno econômico e nos ganhos de todos os países da OCDC (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), como afirma um relatório apresentado pelo Centro de Estudos de Estratégia Econômica (CSES). Para os autores desse estudo, o aumento da acessibilidade melhora a eficácia das pesquisas e atrai mais investimentos púbicos e privados.</p>
<p>Atualmente, a Espanha passa por um momento de transição entre os dois modelos. É fato que o <em>libre acesso</em>, como é conhecido na Espanha, pode demorar muito tempo para se efetivar, mesmo porque o sistema tradicional de publicações se desenvolveu por séculos e ainda conserva sua robustez e prestígio.</p>
<p>Obstáculos à parte, a Espanha deu um importante passo em direção a institucionalização do Acesso Livre com o lançamento do <a class="wp-caption-dd" href="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/05/borrador-cero-alcyt-11_02_09.pdf" target="_blank">anteprojeto da nova Lei</a> de Ciência e Tecnologia que foi apresentado ao Ministério de Ciência e Inovação, mas que ainda não foi apresentado ao Parlamento. Este projeto de lei determina que os pesquisadores cuja atividade seja financiada por fundos públicos terão no máximo seis meses, após a data oficial de publicação em periódicos científicos tradicionais, para disponibilizar uma cópia da versão final em Acesso Livre.</p>
<p>Para mais detalhes, leia na íntegra a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.elmundo.es/suplementos/campus/2009/548/1240351203.html" target="_blank">reportagem</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=530&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Notícia da Agência Brasil relata a nova colocação do Brasil no ranking de número de artigos publicados</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/07/noticia-da-agencia-brasil-relata-a-nova-colocacao-do-brasil-no-ranking-de-numero-de-artigos-publicados/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 19:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil passa Holanda e Rússia e vira o 13º em produção de artigos científicos no mundo
Por Vladimir Platonow, reporter da Agência Brasil


O Brasil subiu duas posições no ranking de número de artigos científicos publicados em 2008 e ocupa a 13ª posição. Em 2007, o país estava no 15º lugar, atrás da Holanda e da Rússia, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=509&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_520" class="wp-caption alignleft" style="width: 169px"><img class="size-full wp-image-520" title="ranking2" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/05/ranking2.jpg?w=159&#038;h=509" alt="Ranking do 20 países que mais publicaram artigos científicos em 2008. Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/05/ult105u7991.jhtm" width="159" height="509" /><p class="wp-caption-text">Ranking dos 20 países que mais publicaram artigos científicos em 2008. Fonte: UOL Educação</p></div>
<p><strong>Brasil passa Holanda e Rússia e vira o 13º em produção de artigos científicos no mundo</strong><br />
Por Vladimir Platonow, reporter da Agência Brasil</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>O Brasil subiu duas posições no <em>ranking </em>de número de artigos científicos publicados em 2008 e ocupa a 13ª posição. Em 2007, o país estava no 15º lugar, atrás da Holanda e da Rússia, países que foram ultrapassados este ano.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e constam da estatística realizada pela empresa Thomson Reuters, que contabiliza anualmente os números de trabalhos científicos publicados por 200 países.</p>
<p>O Brasil passou da 22ª posição no <em>ranking</em>, atingida em 2000, para o a 15ª em 2007, até conseguir a atual colocação. No ano retrasado, foram publicados 19.436 artigos brasileiros, que chegaram a 30.415.</p>
<p>Haddad disse que a melhora foi alcançada graças ao trabalho conjunto entre os ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação. Ele citou outros fatores que resultaram na melhora da produção científica nacional, como a substituição de professores temporários por mestres efetivos, a instalação de laboratórios e equipamentos nas universidades e a expansão das bolsas de mestrado e doutorado.</p>
<p>&#8220;Nós estamos vivendo um momento no país em que foi possível, de um ano para outro, aumentar em 50% a produção científica brasileira, em periódicos indexados por agência internacional. Dos países de ponta, é o que proporcionalmente ampliou mais a produção científica&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Segundo ele, a expectativa é aprovar R$ 150 milhões em recursos para financiar este ano projetos de incentivo à produção científica-tecnológica, aplicada à produção. Haddad participou, no Rio de Janeiro, da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências, que este ano homenageou os cientistas Charles Darwin e Galileu Galilei.</p>
<p><span>O <em>ranking</em> da Thomson Reuters dos 20 primeiros países em número de artigos científicos em 2008 é o seguinte: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Inglaterra, França, Canadá, Itália, Espanha, Índia, Austrália, Coréia do Sul, Brasil, Holanda, Rússia, Taiwan, Suíça, Turquia, Polônia e Suécia.</span></p>
<p><span>Fontes: </span></p>
<p><a class="wp-caption-dd" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/05/05/materia.2009-05-05.4618788069/view" target="_blank"><span>Agência Brasil</span></a></p>
<p><span><a class="wp-caption-dd" href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/05/ult105u7991.jhtm" target="_blank">Uol Educação</a><br />
</span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/509/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=509&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>10 perguntas e respostas que justificam o Acesso Livre</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/22/10-perguntas-e-respostas-que-justificam-o-acesso-livre-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 19:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alemplus.wordpress.com/?p=451</guid>
		<description><![CDATA[3ª parte

3) Publicações disponíveis em Acesso Livre são de baixa qualidade, pois não passam pela revisão dos pares.

Essa afirmação é uma falácia. O Acesso Livre usa duas estratégias para sua implantação: A Via Verde e a Via Dourada, ambas com critérios de avaliação e qualidades especificados.
A Via Verde pode ser representada pelos repositórios institucionais (assunto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=451&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>3ª parte</p>
<p style="margin-left:36pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;">
<p style="margin-left:36pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><span>3)<span style="font-family:&quot;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><!--[endif]-->Publicações disponíveis em Acesso Livre são de baixa qualidade, pois não passam pela revisão dos pares.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Essa afirmação é uma falácia. O Acesso Livre usa duas estratégias para sua implantação: A Via Verde e a Via Dourada, ambas com critérios de avaliação e qualidades especificados.</p>
<p style="text-align:justify;">A Via Verde pode ser representada pelos repositórios institucionais (assunto que é tratado no projeto de Lei 1120/2007), onde são depositadas teses, dissertações e monografias, frutos de pesquisas acadêmicas, de acordo com a política institucional. Mas como dizer que teses e dissertações são avaliadas por pares, com critérios de qualidade? Simples, esse tipo de material é avaliado por uma banca examinadora composta por mestres e doutores, com notório conhecimento na área pesquisada, fato que assegura a qualidade do documento depositado tais repositórios.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado a Via Dourada é representada pelos periódicos em Acesso  Livre. <span> </span>É prática comum os artigos serem publicados primeiro nos periódicos tradicionais (onde passam pelo crivo dos pares) e depois serem disponibilizados em Acesso Livre. Em média esse processo demora uns seis meses, variando de acordo com a vontade dos editores, no entanto, muitos deles já permitem a divulgação simultânea. Outra situação comum é a exigência de avaliação parealista como critério para publicação de periódicos eletrônicos, a exemplo do que ocorre com as revistas que utilizam o SEER (Serviço de Editoração Eletrônica de Revistas).</p>
<p style="text-align:justify;">Sendo assim, não podemos dizer que um documento tenha baixa qualidade apenas por estar disponibilizado em Acesso Livre, já que tanto a via verde quanto a dourada possuem critérios bem definidos de avaliação da qualidade.</p>
<p style="text-align:justify;">
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/451/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/451/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/451/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=451&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Semana do Acesso Livre</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/15/semana-do-acesso-livre/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/15/semana-do-acesso-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 20:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[ Em 14 de outubro do ano passado, aconteceu o primeiro Dia do Acesso Livre, que contou com a participação de 120 universidades e de 27 países. Devido ao sucesso do ano passado, a data este ano será estendida, não vamos comemorar apenas o Dia do Acesso Livre, mas a Semana do Acesso Livre &#8211; [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=435&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-440" title="open-access-week1" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/04/open-access-week1.jpg?w=120&#038;h=240" alt="open-access-week1" width="120" height="240" /> Em 14 de outubro do ano passado, aconteceu o primeiro Dia do Acesso Livre, que contou com a participação de 120 universidades e de 27 países. Devido ao sucesso do ano passado, a data este ano será estendida, não vamos comemorar apenas o Dia do Acesso Livre, mas a Semana do Acesso Livre &#8211; <em>Open Access Week</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O evento acontecerá entre os dias 19 e 23 de outubro, esse novo evento será uma oportunidade para divulgação de pesquisas, troca de idéias e experiências sobre o assunto, além de ser um espaço propício para discussão de políticas públicas e os novos rumos do movimento de <em>Open Access</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O Brasil também vai participar, o Instituto Brasileiro de informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) já está planejando ações para a comemoração da primeira <em>Open Access Week</em>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Continuem acompanhando a construção desse evento nesse Blog e nos sítios abaixo:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a class="wp-caption-dd" href="http://www.arl.org/sparc/media/09-0305.shtml" target="_blank">http://www.arl.org/sparc/media/09-0305.shtml</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a class="wp-caption-dd" href="http://www.openaccessweek.org/" target="_blank">http://www.openaccessweek.org/</a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/435/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/435/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/435/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=435&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">open-access-week1</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Mais uma iniciativa em Acesso Livre</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/02/mais-uma-iniciativa-em-acesso-livre/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/02/mais-uma-iniciativa-em-acesso-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de março, o Ibict disponibilizou em seu sítio a coleção completa da Revista Ciência da Informação. Esta foi a primeira publicação periódica nesta área do conhecimento a ser produzida no Brasil. São 89 volumes publicados ininterruptamente desde 1972 até o ano de 2008.


Além disso, o repositório digital (Open Journal Systems &#8211; OJS/ [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=424&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No dia 30 de março, o Ibict disponibilizou em seu sítio a coleção completa da <a class="wp-caption-dd" href="http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/issue/archive" target="_blank">Revista<em> Ciência da Informação</em></a>. Esta foi a primeira publicação periódica nesta área do conhecimento a ser produzida no Brasil. São 89 volumes publicados ininterruptamente desde 1972 até o ano de 2008.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Além disso, o repositório digital (<a class="wp-caption-dd" href="http://pkp.sfu.ca/?q=ojs" target="_blank">Open Journal Systems &#8211; OJS</a>/ <a class="wp-caption-dd" href="http://seer.ibict.br/" target="_blank">Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas &#8211; SEER</a>), que abriga essa coleção, é compatível com os padrões de interoperabilidade de dados adotados internacionalmente pelo movimento <em>Open Access</em>. As revistas antigas, publicadas em suporte papel, antes de serem disponibilizadas eletronicamente, passaram por um processo de higienezação eletrônica bem como sua digitalização e posterior revisão para recuperação do material; ortografia e textos foram preservados, conforme os originais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:red;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não se pode esquecer de registrar e agradecer o esforço e a dedicação pessoal de cada membro da equipe coordenada pela editora executiva da Revista <em>Ciência da Informação</em> Regina Coeli Fernandes, 1ª fase: Ubirajara Vicente da Silva e Valéria da Silva Vieira, 2ª fase: Davilene Ramos Chaves; Ieda Maria de Jesus Reis da Silva; Denis Novaes Lopes; Carolina Miranda Fonteles e Ramóm Martins Sodoma da Fonseca e Carlos Roberto Meinert responsáveis pela manutenção e suporte do sistema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Graças ao árduo trabalho da equipe da Coordenação e ao movimento do <em>Open Acess, </em>qualquer pessoa que acesse um computador conectado à internet poderá consultar a coleção completa da <em>Revista Ciência da Informação</em>, desde a sua primeira edição. Dentre muitos aspectos positivos que se poderia ressaltar com esta iniciativa em particular, menciona-se apenas que ela é uma expressão clara da importância do Acesso Livre; não só por incentivar a acessibilidade informacional, mas também por auxiliar a preservação da memória institucional.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Vale a pena conferir!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=424&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Acesso Livre e UNL</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/18/acesso-livre-e-unl/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/18/acesso-livre-e-unl/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 13:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[
Podemos dizer que Acesso livre e UNL (Universal Network Language) são iniciativas complementares, apesar de serem iniciativas distintas, elas se aproximam pela finalidade que é a diminuição de barreiras para a comunicação científica. Para um melhor entendimento do papel
de ambas as ferramentas apresentaremos breves características.
 
O Acesso Livre – open acess &#8211; é um movimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=392&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><img class="alignleft size-full wp-image-413" title="unl6" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/03/unl6.jpg?w=250&#038;h=250" alt="unl6" width="250" height="250" />Podemos dizer que Acesso livre e UNL (Universal Network Language) são iniciativas complementares, apesar de serem iniciativas distintas, elas se aproximam pela finalidade que é a diminuição de barreiras para a comunicação científica. Para um melhor entendimento do papel<br />
de ambas as ferramentas apresentaremos breves características.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O Acesso Livre – <strong><em>open acess &#8211; </em></strong>é um movimento mundial que prega a disponibilização da informação científica livremente na internet através de repositórios eletrônicos. No Brasil, usamos duas traduções para o termo em inglês: Acesso Aberto que é a tradução literal, e Acesso Livre que a tradução conceitual do termo. A segunda é mais utilizada, pois ao dizermos que o acesso é livre, queremos dizer que além de ele ser aberto (sem restrições de uso), ele também é livre de custos para o usuário. Hélio Kuramoto em seu <span class="wp-caption-dd"><a class="wp-caption-dd" href="http://kuramoto.blog.br/2008/09/23/uma-breve-introducao-ao-open-access-acesso-livre/" target="_blank">blog</a> </span>justifica essa tradução citando Peter Suber: “&#8230;acesso livre significa que é digital, que é acesso em linha, que o acesso é gratuito e livre da maior parte das restrições relativas a direitos autorais e licenciamento&#8230;” Disponibilizar o conhecimento científico em  Acesso Livre ajuda no desenvolvimento de toda ciência, garante mais visibilidade à pesquisa e reconhecimento ao autor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Por sua vez, a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.undl.org/" target="_blank">UNL</a> é uma linguagem artificial projetada para permitir a representação do conhecimento de forma digital. Ela foi desenvolvida em 1996 no Instituto de Estudos Avançados da Universidade das Nações Unidas em Tóquio, no Japão; instituto esse dirigido por um brasileiro, o professor PHD Tarcísio Della Senta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A UNL tem como objetivos: o combate à exclusão digital e à diminuição da desigualdade entre as pessoas e povos. Ela permite a inclusão social, porque facilita o acesso à informação quebrando as barreiras de idioma. Diferentemente de um tradutor on-line, que traduz palavra por palavra, a UNL é capaz de interpretar conceitos tornando o acesso ao conhecimento científico legível para o usuário através de um processo onde os conceitos são transformados em códigos digitais e automaticamente reconhecidos pelo sistema que consegue representar o conteúdo semântico dos textos em qualquer língua natural. Na prática, a versão original do documento passa por traduções em múltiplos idiomas simultaneamente, eliminando ambigüidades, o que permite a comunicação multilíngüe. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A aproximação entre Acesso Livre e UNL acontece pela complementação de suas funções. Ter acesso ao conhecimento produzido mundialmente é um grande avanço para as ciências e povos, mas adquirir informações científicas em um idioma legível pelos usuários torna o processo de comunicação mais eficaz, diminuindo as restrições de acesso devido à língua em que o documento foi escrito. Nas palavras de Della Senta:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:70.8pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“A gente tem que falar inglês para ter acesso à ciência de ponta. Mas ciência de ponta pode estar Rússia! Para o espaço, a ciência de ponta está na Rússia. Quem é que tem acesso? A China tem uma série de desenvolvimentos que são muito interessantes. Para os japoneses, qual é o acss</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">e</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">o? A não ser que tudo venha pelo inglês&#8230;” <a class="wp-caption-dd" title="A linguagem UNL - Entrevista com Tarcísio Della Senta" href="http://www.ipol.org.br/imprimir.php?cod=179" target="_blank">INTERNET</a>. (DELLA SENTA, 2004)</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O Acesso Livre e a UNL são iniciativas pioneiros na planificação do acesso à informação científica, mas ainda há muito que fazer. Atualmente existem barreiras culturais, econômicas e de comunicação, contudo o número crescente de repositórios e de adeptos mostra-nos que estas são ações vieram para se solidificar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=392&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Reabertura do Edital</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/05/reabertura-do-edital/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 20/03/09 foi republicado no DOU o edital para licitação dos equipamentos para contrução dos repositórios institucionais na instituições públicas de ensino e pesquisa. As principais modificações estão na extensão do prazo para submissão das propostas, que foi prorrogado em 60 dia (até 01/05/09), e melhor definição do conceito de instituiçõ de ensino, visando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=374&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>No dia 20/03/09 foi republicado no DOU o edital para licitação dos equipamentos para contrução dos repositórios institucionais na instituições públicas de ensino e pesquisa. As principais modificações estão na extensão do prazo para submissão das propostas, que foi prorrogado em 60 dia (até 01/05/09), e melhor definição do conceito de instituiçõ de ensino, visando eliminação de dúvidas.</p>
<p>O Ibict nos próximos dias publicará um modelo de políticas institucionais, para auxiliar as universidades e unidades de pesquisa na contrução de suas própria políticas.</p>
<p>Mais detalhes na página do <a class="wp-caption-dd" href="http://www.ibict.br/noticia.php?id=599" target="_blank">Ibict.</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/374/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/374/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/374/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=374&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Uma breve introdução ao Open Access (acesso livre)</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2008/09/23/uma-breve-introducao-ao-open-access-acesso-livre/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2008/09/23/uma-breve-introducao-ao-open-access-acesso-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 17:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kuramoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://kuramoto.wordpress.com/?p=240</guid>
		<description><![CDATA[Essa é a tradução de um texto elaborado por Peter Suber e que está sendo distribuído como parte das festividades do Dia Internacional do Open Access. O texto original pode ser lido no link da palavra &#8220;texto&#8221; na primeira linha desta matéria. Peço, por gentileza, caso identifiquem algum problema de tradução, façam-me saber. Na tradução tomei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=193&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;"><a href="http://www.openaccessday.org/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-246" title="oaday_icon11" src="http://kuramoto.files.wordpress.com/2008/09/oaday_icon11.jpg?w=60&#038;h=60" alt="" width="60" height="60" /></a>Essa é a tradução de um <a href="http://openaccessday.org/wp-content/uploads/oa-description.pdf">texto</a> elaborado por <a href="http://www.earlham.edu/~peters/fos/fosblog.html">Peter Suber</a> e que está sendo distribuído como parte das festividades do Dia Internacional do Open Access. O texto original pode ser lido no link da palavra &#8220;texto&#8221; na primeira linha desta matéria. Peço, por gentileza, caso identifiquem algum problema de tradução, façam-me saber. Na tradução tomei a liberdade de realizar pequenas alterações no texto original com o propósito de proporcionar melhor entendimento. Segue a tradução:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;">&#8220;Literatura em Acess<a href="http://kuramoto.files.wordpress.com/2008/09/oaday_icon1.jpg"></a>o Livre significa que é digital, que o acesso é em linha, que o acesso é gratuito e livre da maior parte das restrições relativas a direitos autorais<em> </em><span> </span>e licenciamento. O que torna isso possível é a Internet e o consentimento do autor ou detentor dos direitos autorais.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;color:#211d1e;"> </span></span><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;">Acesso Livre é inteiramente compatível com a revisão pelos pares (<em>peer review</em>), e a maior parte das iniciativas de acesso livre, para a literatura acadêmica e científica, destaca a sua importância. Apenas os autores de artigos de revistas científicas doam o seu trabalho, tal como fazem a maioria dos editores de revsitas científicas, e os avaliadores que participam da avaliação (<em>peer review)</em>.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;color:#211d1e;"> </span></span><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;">A literatura em Acesso Livre não é livre de custos, mesmo se ela é menos cara que a literatura publicada convencionalmente. A questão não é se a literatura acadêmica ou cientifica pode não ter custos, mas se há outras formas melhores de pagamento que não sobrecarreguem os leitores e crie barreiras de acesso. Os modelos de negócio para pagamento dependem de como o Acesso Livre é implantado.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;"><strong>Há dois veículos primários para implantar o Acesso Livre aos artigos de pesquisa: revistas científicas de acesso livre e arquivos ou repositórios de acesso livre.</strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;"><strong>Revistas de Acesso Livre (RAL) </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;">As <strong>RAL</strong> fazem avaliações (<em>peer review)</em> e então tornam os conteúdos aprovados disponíveis livremente para o mundo. O custo desse processo consiste em avaliar, preparar o manuscrito, como também aquisição do espaço do servidor.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-weight:normal;color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">As <strong>RAL</strong> pagam as suas faturas de forma muito parecida com o modelo adotado pelas redes de televisão cadeias de rádio: aqueles que têm interesse em disseminar o seu conteúdo pagam os custos de produção inicial para que o acesso possa ser gratuito para todos. Às vezes isso significa que as revistas devem contar com subsídios de hospedagem por parte de sociedades profissionais ou universides. Isso pode significar também que as revistas cobrem uma taxa para publicar os artigos aceitos, taxa esta a ser paga pelo autor ou pelo patrocinador do autor (empregador, ou da agência de fomento).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;color:#000000;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">As <strong>RAL</strong> que cobram honorários para a publicação de artigos  normalmente costumam renunciar a esta cobrança em caso de dificuldades econômicas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;">As <strong>RAL</strong> que recebem subsídios institucionais tendem a não cobrar nenhuma taxa pela publicação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#211d1e;"><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;">As <strong>RAL</strong> podem fixar subsídios ou taxas menores se eles<span>  </span>têm receitas provenientes de outras publicações, publicidade, preços agregados ou serviços auxiliares. Algumas instituições e consórcios fornecem descontos. Alguns editores que adotam a filosofia de Acesso Livre renunciam ao pagamento da taxa a todos os pesquisadores afiliados à instituições que adquiriram uma assinatura anual. Há muito<span>  </span>espaço para a criatividade com o objetivo de encontrar formas de pagamentos ou ressarcimentos de custos de uma <strong>RAL</strong> avaliada pelos pares. Estamos longe de ter esgotado a nossa habilidade e imaginação.&#8221;</span></span></span></p>
<div><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"></span></div>
<p><span style="font-weight:normal;font-family:Arial;"><span style="font-size:small;color:#211d1e;"></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;font-family:Arial;">Arquivos abertos ou repositórios</span></strong></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="color:#333333;font-family:Arial;">Arquivos ou repositórios não são publicados antes de uma revisão, apenas disponibilizam seu conteúdo para o mundo. Eles podem conter <em>preprints</em> sem referências, <em>postprints </em>ou ambos.</span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;font-family:Arial;">Arquivos (<em>Archives</em>)</span></strong></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="color:#333333;font-family:Arial;">Os arquivos podem pertencer às instituições, tais como universidades e laboratórios, ou às disciplinas, tais como a física e a economia. </span></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;font-family:Arial;">Autores podem Arquivar</span></strong></p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><span style="color:#000000;">Os autores podem arquivar seus <em>preprints</em> sem que necessitem de que qualquer outra permissão, e a maioria dos periódicos já permite que os autores arquivem seus <em>postprints</em>. Quando os repositórios são compatíveis com o protocolo OAI (<em>Open Access Inititative</em>) passam a ser interoperáveis e os usuários podem encontrar seus conteúdos sem conhecer a sua localização (dos repositórios)<span>  </span>e saber o que eles contêm. Existem pacotes de software livre de uso global para construção e manutenção de repositórios em conformidade com o <span> </span>modelo OAI. Os custos de construção e manutenção desses repositórios são insignificantes: eles ocupam pouco espaço no servidor e demandam o trabalho de um técnico de informática e de um técnico de informação. </span></span></p>
<div><span style="font-family:Arial;"></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;color:#211d1e;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="font-family:Arial;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p style="line-height:150%;text-align:justify;">
<p style="line-height:150%;text-align:justify;"> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/193/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/193/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/193/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=193&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Chamada para o fortalecimento do compromisso canadense com o OA</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2008/09/22/chamada-para-o-fortalecimento-do-compromisso-canadense-com-o-oa/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 23:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kuramoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[Michael Geist considerando o cenário mundial do acesso livre, faz uma análise dos últimos acontecimentos e conclui que o Canadá tem perdido terreno na liderança do movimento do OA. Vejam trechos da sua matéria  publicada no Toronto Star, em 22 de setembro de 2008, Canadá deixa escapar o momento do OA.  
 
[Os partidos Liberal e Conservador do Canadá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=188&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Michael Geist considerando o cenário mundial do acesso livre, faz uma análise dos últimos acontecimentos e conclui que o Canadá tem perdido terreno na liderança do movimento do OA. </span></span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Vejam trechos da sua matéria </span></span><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> publicada no Toronto Star, em 22 de setembro de 2008, Canadá deixa escapar o momento do OA.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">[Os partidos Liberal e Conservador do Canadá apoiam o aumento dos fundos para a pesquisa.] Embora as comunidades de pesquisa e empresarial dêem as boas vindas, sem dúvida, a um maior empenho financeiro, vale a pena contrastar a maior ênfase canadense aos gastos, com o enfoque australiano a um maior acesso à sua pesquisa. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">O senador australiano Kim Carr, que atua como o Ministro da Inovação, da Indústria, da Ciência e Pesquisa, recentemente comprometeu-se a &#8220;promover o mais livre fluxo de informações possíveis, tanto a nível nacional e quanto mundial.&#8221;<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Os comentários de Carr seguem uma grande revisão da política que concluiu que na medida do possível, informação, pesquisa e conteúdos financiados pelo governo australiano &#8230; devem ser disponibilizados gratuitamente na Internet, como parte do espaço público global. Isto deve ser feito enquanto o governo australiano encoraja outros países a retribuir, tornando disponíveis as suas próprias contribuições para o espaço público digital global&#8221;. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">O australiano move-se em direção a uma política nacional de acesso livre que é parte de uma tendência internacional que prioriza o uso da Internet para facilitar o acesso do público à pesquisa financiada com recursos públicos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Nos últimos meses, os Estados Unidos e a União Européia deram passos firmes nessa direção, incluindo os mandatos legislativos que exigem dos pesquisadores, que obtiveram subvenções públicas para as suas pesquisas, tornarem os resultados de suas pesquisas publicados [em revista revisada por pares] disponíveis <span> </span>gratuitamente em linha dentro de um prazo razoável.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#211d1e;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;">Muitas universidades têm seguido esse exemplo. Faculdades de Harvard e Stanford adoptaram políticas de acesso livre &#8230;.<span>  </span><span> </span>Embora tenha havido algumas tentativas inverter esta evolução, por meio de </span><em><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"><strong>lobbying</strong></span></em><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;">, incluindo um mal-aconselhado projeto de lei recentemente submetido ao Congresso dos E.U.A., o momento <span> </span>está claramente favorável ao acesso livre.<span>  </span>Isso, em geral, é verdade, também no Canadá. A </span><em><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;"><strong>Canadian Institutes of Health Research</strong></span></em><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;">, uma agência de fomento para a área da saúde adoptou uma política de acesso livre, assim como duas outras grandes agências de fomento a pesquisa parecem caminhar na mesma direção.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Canadenses também têm desempenhado um papel proeminente no apoio ao acesso livre para o mundo em desenvolvimento. <strong><em>Open Journal</em></strong><strong><em> System</em></strong>, uma plataforma de <em>software open source</em> que facilita às editoras a construção de publicações periódicas de acesso livre, foi desenvolvido no Canadá e agora suporta cerca de 2000 jornais em todo o mundo.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Da mesma forma, a Universidade de Toronto forneceu o mais importante apoio para o BioLine International, fundada em 1993, para trazer as revistas científicas, principalmente aquelas dos países em desenvolvimento, para a Internet. Hoje, Bioline hospeda 70 revistas de 15 países. No ano passado, mais de 3,5 milhão de artigos em texto integral foram baixados livremente do seu site.<span>  </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Embora as histórias canadenses de sucesso não possam ser esquecidas, continua-se a verificar um sentimento de que o Canadá está ficando para trás na área.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-weight:normal;font-size:14pt;font-family:Arial;"><span style="color:#211d1e;">Embora os dirigentes políticos não tenham abordado a questão, poucas universidades canadenses surgiram como líderes globais. Na verdade &#8230; a Universidade de Calgary mantém-se como sendo a única instituição a apoiar financeiramente a publicações de acesso livre em suas faculdades. Mesmo o sucesso de BioLine International está em perigo, como a Universidade de Toronto inexplicavelmente desmentiu, recentemente, sobre um compromisso anterior dar um apoio permanente. Acontece que, 14 de outubro é tanto a data das eleições federais quanto o dia internacional de acesso livre. Embora o acesso livre não seja uma questão de urna, a abordagem do Canadá, sobre o acesso livre, diz muito sobre como ele vê o seu futuro, como um líder da pesquisa <span> </span>e da inovação.</span></span></p>
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