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	<title>Acesso Livre Brasil &#187; Comunicação Científica</title>
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	<description>Esse site é dedicado às questões relativas ao acesso livre e é mantido pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.</description>
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		<title>Acesso Livre Brasil &#187; Comunicação Científica</title>
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			<item>
		<title>Matéria na Nature tenta descaracterizar iniciativa Open Access</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/06/15/materia-na-nature-tenta-descaracterizar-iniciativa-open-access/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

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		<description><![CDATA[

Por Hélio Kuramoto, também publicado em seu blog
Enquanto no Brasil a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nìvel Superior (CAPES) desenvolve iniciativa em benefício do acesso livre à produção científica brasileira publicada em revistas  da Elsevier mediante acordo assinado com essa empresa, dois estudantes de doutorado tentam descaracterizar o acesso livre.
Fazendo uma análise mais fria [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=565&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<div>
<p>Por Hélio Kuramoto, também publicado em seu <a class="wp-caption-dd" href="http://kuramoto.blog.br/" target="_blank">blog</a></p>
<p>Enquanto no Brasil a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nìvel Superior (CAPES) desenvolve iniciativa em benefício do acesso livre à produção científica brasileira publicada em revistas  da Elsevier mediante acordo assinado com essa empresa, dois estudantes de doutorado tentam descaracterizar o acesso livre.</p>
<p>Fazendo uma análise mais fria sobre a matéria, me vem à mente algumas indagações:</p>
<p>1) Em um país desenvolvido onde o uso da Internet é mais intenso e o uso de mecanismos maléficos como o spam são normalmente conhecidos e evitados, teria um editor de revista científica coragem de se utilizar tais mecanismos para fazer uma chamada de artigos para a sua revista? Me parece ingênuo e mentiroso o argumento utilizado pelos autores do experimento.</p>
<p>2) Porque os autores não submeteram o seu artigo a uma revista cientifica bem classificada no “ranking” das revistas indexadas?</p>
<p>3) Por que fazer o experimento apenas com uma revista de acesso livre?</p>
<p>4) Quais eram as reais intenções daqueles autores?</p>
<p>Essas indagações me levam a crer que aquela matéria foi uma tentativa declarada e maldosa de descaracterizar as iniciativas do acesso livre, em especial aquelas que se encaixam na via dourada, ou seja, o das revistas que adotam um modelo de negócio para se manter acessível livremente. Além disso, trata-se de uma tentativa também de confundir os pesquisadores quanto aos fundamentos, princípios e propósitos do acesso livre.</p>
<p>É importante ressaltar que o acesso livre não propõe uma nova alternativa de comunicação científica. Os fundamentos e princípios da comunicação científica tradicional continuam válidos e sendo adotados nas revistas de acesso livre. O que muda basicamente é o suporte físico e o modelo de sustentabilidade. Por outro lado, é importante enfatizar que o acesso livre não facilita e nem dificulta a fraude. Os mecanismos de proteção e manutenção da qualidade são os mesmos daqueles preconizados por revistas comerciais.</p>
<p>Existe uma organização chamada <a class="wp-caption-dd" href="http://oaspa.org/blog/2009/06/11/publishing-ethics-open-access-and-oaspa/" target="_blank">OASPA – Open Access Scholarly Publishers Assotiation</a>, que tem um <a class="wp-caption-dd" rel="#someid1" href="http://www.oaspa.org/conduct.php" target="_blank">código de conduta</a>. O publisher Bentham Science não é membro desta organização, portanto, em princípio não adota os preceitos do código de conduta desta organização. E, isto significa também que não houve preocupação por parte dos autores de selecionar uma revista de comprovada idoneidade para a publicação e seu artigo. Tratou-se de uma brincadeira e como tal devemos encarar os referidos autores. Portanto, não merecem crédito algum.</p>
<p>Não posso deixar de me indignar com essa tentativa descarada e maldosa de descaracterizar as iniciativas do acesso livre. E, espero que os nossos pesquisadores não embarquem nessa balela. É nossa responsabilidade preservar o elevado espírito das iniciativas do acesso livre e lutar contra essa descaracterização, pois, o insucesso do acesso livre poderá projedicar a nós mesmo, os próprios pesquisadores. Nâo podemos ler matérias como aquela de forma passiva e sem o menor senso crítico.</p>
<p>Apesar desses ataques, continuo acreditando que o Acesso Livre é um caminho sem volta, é irreversível e está em vias de se consolidar em todo o mundo!!!</p>
<p>Acesso Livre significa compartilhar conhecimentos, significa construir a base para um mundo melhor e menos desigual!!</p></div>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>10 perguntas e respostas que justificam o Acesso Livre</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/26/10-perguntas-e-respostas-que-justificam-o-acesso-livre-4/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/26/10-perguntas-e-respostas-que-justificam-o-acesso-livre-4/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 May 2009 19:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>

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		<description><![CDATA[
4ª parte
4)      Redução de custos
Uma das vantagens do modelo de Acesso Livre à informação científica é a redução dos custos com a manutenção das assinaturas de revistas e periódicos, isso sem mencionar o pagamento duplo para se ter acesso à produção nacional.
Mas como essas coisas acontecem?
A assinatura de uma revista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=555&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignright size-full wp-image-558" title="AcessoLivre" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/05/acessolivre.gif?w=120&#038;h=118" alt="AcessoLivre" width="120" height="118" /></p>
<p>4ª parte</p>
<p>4)      Redução de custos</p>
<p>Uma das vantagens do modelo de Acesso Livre à informação científica é a redução dos custos com a manutenção das assinaturas de revistas e periódicos, isso sem mencionar o pagamento duplo para se ter acesso à produção nacional.</p>
<p>Mas como essas coisas acontecem?</p>
<p>A assinatura de uma revista científica como a <em>Applied Polymer Science</em> custa em média US$ 17.000,00, um valor é bastante “salgado” para universidades de países como o nosso, com recursos escassos para investimentos em pesquisa acadêmica.</p>
<p>Como forma de amenizar essa situação no Brasil, contamos com o <a class="wp-caption-dd" href="http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp" target="_blank">Portal de Periódicos da CAPES </a>(Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que oferece acesso boa parte da produção científica mundial às unidades de ensino superior e pesquisa do país, mas ainda há muitos documentos que não estão disponíveis neste portal.</p>
<p>Além disso, ainda existe a duplicidade de pagamento. O governo arca com os custos de manutenção de um estudante/pesquisador em unidades de ensino e pesquisa, no entanto, quando estas são concluídas, o autor abre mão de seus direitos autorais para ter seu trabalho divulgado em uma revista, gerando novos conhecimentos a partir do que foi produzido. Isso tudo seria ótimo, se o governo não tivesse que pagar novamente para ter acesso à informação publicada em tais revistas.</p>
<p>O que ocorre na verdade é que o Estado além de manter, em sua maioria, as universidades e centros de pesquisa do país ainda tem que pagar pelo acesso às informações produzidas por estes.</p>
<p>Com base no exposto, o Acesso Livre, mais uma vez, se justifica por reduzir os custos de divulgação do conhecimento científico, por permitir igual acesso aos países, independente de seu desenvolvimento econômico, além de não duplicar gastos governamentais que poderão ser destinados, entre outras coisas, a novas pesquisas.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>UFSC debate divulgação de periódicos*</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/25/ufsc-debate-divulgacao-de-periodicos/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/25/ufsc-debate-divulgacao-de-periodicos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 20:35:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Portal de Periódicos da UFSC (www.periodicos.ufsc.br) foi lançado em 5 de maio de 2008. No balanço anual, muito a comemorar: num universo de 54 revistas científicas da universidade, 37 estão presentes. Na fase de migração completa são 19 revistas, 12 na de migração de dados e seis na preparação do processo de migração. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=550&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span> O Portal de Periódicos da UFSC (</span><a class="wp-caption-dd" href="http://www.periodicos.ufsc.br/" target="_blank"><span>www.periodicos.ufsc.br</span></a><span>) foi lançado em 5 de maio de 2008. No balanço anual, muito a comemorar: num universo de 54 revistas científicas da universidade, 37 estão presentes. Na fase de migração completa são 19 revistas, 12 na de migração de dados e seis na preparação do processo de migração. </span></p>
<p><span>Nesta terça, dia 26 de maio, a Biblioteca Universitária e o Departamento de Ciência da Informação promovem o evento “Periódicos UFSC”, no auditório Elke Hering da Biblioteca Central. As inscrições estão encerradas. </span></p>
<p><span><strong> Portal de Periódicos- Saiba mais</strong></span></p>
<p>Para chegar ao formato atual, o Departamento de Ciência da Informação (CIN)/ CED, promoveu reuniões e cursos preparatórios para editores de revistas científicas e bolsistas, capacitando-os para colocar as revistas online usando o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (<a class="wp-caption-dd" href="http://seer.ibict.br/" target="_blank">SEER</a>). O sistema possibilita ao usuário recuperar a informação e fazer buscas por ano, área de conhecimento, instituição e região, além de propiciar visibilidade internacional às publicações.</p>
<p>O Portal recebeu em março de 2009 mais de 150 mil visitantes únicos e em abril já foi acessado por mais de 90 países.</p>
<p>Por Alita Dinaa/jornalista da Agecom</p>
<p><span>*Programação retirada do texto, para conferir, clique no <a class="wp-caption-dd" href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?id=9109&amp;url=ufsc" target="_blank">link</a>.</span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/550/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/550/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/550/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/550/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/550/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/550/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/550/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/550/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/550/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/550/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=550&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Acesso Livre e seus desdobramentos na Espanha</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/08/acesso-livre-e-seus-desdobramentos-na-espanha/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/08/acesso-livre-e-seus-desdobramentos-na-espanha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 May 2009 20:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[Notícia recente, publicada pelo jornal El Mundo, explica porque cada vez mais os pesquisadores optam por publicar os resultados de suas pesquisas em acesso livre. A matéria cujo título original é “La edición científica tradicional frena la difusión del saber” e que pode ser traduzido para “A edição científica tradicional freia a difusão do saber”, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=530&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Notícia recente, publicada pelo jornal <a class="wp-caption-dd" href="http://www.elmundo.es/diario/" target="_blank"><span class="wp-caption-dd">El Mundo</span></a>, explica porque cada vez mais os pesquisadores optam por publicar os resultados de suas pesquisas em acesso livre. A matéria cujo título original é “La edición científica tradicional frena la difusión del saber” e que pode ser traduzido para “A edição científica tradicional freia a difusão do saber”, traz como temática principal os desdobramentos do movimento de acesso livre na Espanha.</p>
<p>A matéria faz uma comparação entre o velho modelo de difusão da ciência e o novo baseado em <em>Open  Access</em>, apresentando os pontos positivos deste em relação àquele e os entraves à sua implantação no país. Entre os benefícios citados está o incremento dos ganhos gerados pela pesquisa científica pois, com o aumento da acessibilidade há um acréscimo no retorno econômico e nos ganhos de todos os países da OCDC (Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico), como afirma um relatório apresentado pelo Centro de Estudos de Estratégia Econômica (CSES). Para os autores desse estudo, o aumento da acessibilidade melhora a eficácia das pesquisas e atrai mais investimentos púbicos e privados.</p>
<p>Atualmente, a Espanha passa por um momento de transição entre os dois modelos. É fato que o <em>libre acesso</em>, como é conhecido na Espanha, pode demorar muito tempo para se efetivar, mesmo porque o sistema tradicional de publicações se desenvolveu por séculos e ainda conserva sua robustez e prestígio.</p>
<p>Obstáculos à parte, a Espanha deu um importante passo em direção a institucionalização do Acesso Livre com o lançamento do <a class="wp-caption-dd" href="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/05/borrador-cero-alcyt-11_02_09.pdf" target="_blank">anteprojeto da nova Lei</a> de Ciência e Tecnologia que foi apresentado ao Ministério de Ciência e Inovação, mas que ainda não foi apresentado ao Parlamento. Este projeto de lei determina que os pesquisadores cuja atividade seja financiada por fundos públicos terão no máximo seis meses, após a data oficial de publicação em periódicos científicos tradicionais, para disponibilizar uma cópia da versão final em Acesso Livre.</p>
<p>Para mais detalhes, leia na íntegra a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.elmundo.es/suplementos/campus/2009/548/1240351203.html" target="_blank">reportagem</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/530/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=530&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Notícia da Agência Brasil relata a nova colocação do Brasil no ranking de número de artigos publicados</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/07/noticia-da-agencia-brasil-relata-a-nova-colocacao-do-brasil-no-ranking-de-numero-de-artigos-publicados/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/05/07/noticia-da-agencia-brasil-relata-a-nova-colocacao-do-brasil-no-ranking-de-numero-de-artigos-publicados/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2009 19:02:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alemplus.wordpress.com/?p=509</guid>
		<description><![CDATA[Brasil passa Holanda e Rússia e vira o 13º em produção de artigos científicos no mundo
Por Vladimir Platonow, reporter da Agência Brasil


O Brasil subiu duas posições no ranking de número de artigos científicos publicados em 2008 e ocupa a 13ª posição. Em 2007, o país estava no 15º lugar, atrás da Holanda e da Rússia, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=509&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_520" class="wp-caption alignleft" style="width: 169px"><img class="size-full wp-image-520" title="ranking2" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/05/ranking2.jpg?w=159&#038;h=509" alt="Ranking do 20 países que mais publicaram artigos científicos em 2008. Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/05/ult105u7991.jhtm" width="159" height="509" /><p class="wp-caption-text">Ranking dos 20 países que mais publicaram artigos científicos em 2008. Fonte: UOL Educação</p></div>
<p><strong>Brasil passa Holanda e Rússia e vira o 13º em produção de artigos científicos no mundo</strong><br />
Por Vladimir Platonow, reporter da Agência Brasil</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>O Brasil subiu duas posições no <em>ranking </em>de número de artigos científicos publicados em 2008 e ocupa a 13ª posição. Em 2007, o país estava no 15º lugar, atrás da Holanda e da Rússia, países que foram ultrapassados este ano.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta terça-feira (5) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e constam da estatística realizada pela empresa Thomson Reuters, que contabiliza anualmente os números de trabalhos científicos publicados por 200 países.</p>
<p>O Brasil passou da 22ª posição no <em>ranking</em>, atingida em 2000, para o a 15ª em 2007, até conseguir a atual colocação. No ano retrasado, foram publicados 19.436 artigos brasileiros, que chegaram a 30.415.</p>
<p>Haddad disse que a melhora foi alcançada graças ao trabalho conjunto entre os ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação. Ele citou outros fatores que resultaram na melhora da produção científica nacional, como a substituição de professores temporários por mestres efetivos, a instalação de laboratórios e equipamentos nas universidades e a expansão das bolsas de mestrado e doutorado.</p>
<p>&#8220;Nós estamos vivendo um momento no país em que foi possível, de um ano para outro, aumentar em 50% a produção científica brasileira, em periódicos indexados por agência internacional. Dos países de ponta, é o que proporcionalmente ampliou mais a produção científica&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Segundo ele, a expectativa é aprovar R$ 150 milhões em recursos para financiar este ano projetos de incentivo à produção científica-tecnológica, aplicada à produção. Haddad participou, no Rio de Janeiro, da Reunião Magna da Academia Brasileira de Ciências, que este ano homenageou os cientistas Charles Darwin e Galileu Galilei.</p>
<p><span>O <em>ranking</em> da Thomson Reuters dos 20 primeiros países em número de artigos científicos em 2008 é o seguinte: Estados Unidos, China, Alemanha, Japão, Inglaterra, França, Canadá, Itália, Espanha, Índia, Austrália, Coréia do Sul, Brasil, Holanda, Rússia, Taiwan, Suíça, Turquia, Polônia e Suécia.</span></p>
<p><span>Fontes: </span></p>
<p><a class="wp-caption-dd" href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/05/05/materia.2009-05-05.4618788069/view" target="_blank"><span>Agência Brasil</span></a></p>
<p><span><a class="wp-caption-dd" href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/05/05/ult105u7991.jhtm" target="_blank">Uol Educação</a><br />
</span></p>
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			<media:title type="html">ranking2</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Cooperação bilateral Brasil-Portugal: uma preparação para o Alemplus?</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/24/cooperacao-bilateral-brasil-portugal-uma-preparacao-para-o-alemplus/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:24:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kuramoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>
		<category><![CDATA[Países lusófonos]]></category>

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		<description><![CDATA[Participei, nesta semana, no Ministério da Cîência e Tecnologia (MCT) de uma videoconferência com interlocutores de Portugal, na qua se discutiu diversas ações de cooperação técnica entre Brasil e Portugal. Um dos ítens discutidos refere-se a integração de iniciativas brasileiras e portuguesas na questão repositórios institucionais de acesso livre.
Nesse item foram discutidos, além da integração [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=465&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Participei, nesta semana, no Ministério da Cîência e Tecnologia (MCT) de uma videoconferência com interlocutores de Portugal, na qua se discutiu diversas ações de cooperação técnica entre Brasil e Portugal. Um dos ítens discutidos refere-se a integração de iniciativas brasileiras e portuguesas na questão repositórios institucionais de acesso livre.</p>
<p>Nesse item foram discutidos, além da integração de repositórios institucionais de acesso livre, brasileiros e portugueses, a criação de uma biblioteca digital luso-portuguesa de teses e dissertações e a criação de diretórios de periódicos científicos portugueses e brasileiros, assim como a criação de um diretório de repositórios de acesso livre brasileiros e portugueses.</p>
<p>A concretização dessas ações de integração poderá fortalecer a idéia de integração dos dois países com os restantes dos países de língua portuguesa.</p>
<p>Certamente, esta experiência poderá ser levada para o âmbito de todos os países de língua portuguesa, o que ensejará a implantação do Alemplus &#8211; Acesso Livre EM Países Lusófonos. Vamos trabalhar para isto.</p>
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			<media:title type="html">kura</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Mais uma iniciativa em Acesso Livre</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/02/mais-uma-iniciativa-em-acesso-livre/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/04/02/mais-uma-iniciativa-em-acesso-livre/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 30 de março, o Ibict disponibilizou em seu sítio a coleção completa da Revista Ciência da Informação. Esta foi a primeira publicação periódica nesta área do conhecimento a ser produzida no Brasil. São 89 volumes publicados ininterruptamente desde 1972 até o ano de 2008.


Além disso, o repositório digital (Open Journal Systems &#8211; OJS/ [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=424&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No dia 30 de março, o Ibict disponibilizou em seu sítio a coleção completa da <a class="wp-caption-dd" href="http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/issue/archive" target="_blank">Revista<em> Ciência da Informação</em></a>. Esta foi a primeira publicação periódica nesta área do conhecimento a ser produzida no Brasil. São 89 volumes publicados ininterruptamente desde 1972 até o ano de 2008.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Além disso, o repositório digital (<a class="wp-caption-dd" href="http://pkp.sfu.ca/?q=ojs" target="_blank">Open Journal Systems &#8211; OJS</a>/ <a class="wp-caption-dd" href="http://seer.ibict.br/" target="_blank">Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas &#8211; SEER</a>), que abriga essa coleção, é compatível com os padrões de interoperabilidade de dados adotados internacionalmente pelo movimento <em>Open Access</em>. As revistas antigas, publicadas em suporte papel, antes de serem disponibilizadas eletronicamente, passaram por um processo de higienezação eletrônica bem como sua digitalização e posterior revisão para recuperação do material; ortografia e textos foram preservados, conforme os originais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:red;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não se pode esquecer de registrar e agradecer o esforço e a dedicação pessoal de cada membro da equipe coordenada pela editora executiva da Revista <em>Ciência da Informação</em> Regina Coeli Fernandes, 1ª fase: Ubirajara Vicente da Silva e Valéria da Silva Vieira, 2ª fase: Davilene Ramos Chaves; Ieda Maria de Jesus Reis da Silva; Denis Novaes Lopes; Carolina Miranda Fonteles e Ramóm Martins Sodoma da Fonseca e Carlos Roberto Meinert responsáveis pela manutenção e suporte do sistema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Graças ao árduo trabalho da equipe da Coordenação e ao movimento do <em>Open Acess, </em>qualquer pessoa que acesse um computador conectado à internet poderá consultar a coleção completa da <em>Revista Ciência da Informação</em>, desde a sua primeira edição. Dentre muitos aspectos positivos que se poderia ressaltar com esta iniciativa em particular, menciona-se apenas que ela é uma expressão clara da importância do Acesso Livre; não só por incentivar a acessibilidade informacional, mas também por auxiliar a preservação da memória institucional.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Vale a pena conferir!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/424/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/424/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=424&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">alineferrari</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Acesso Livre e UNL</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/18/acesso-livre-e-unl/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/18/acesso-livre-e-unl/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 13:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa OA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alemplus.wordpress.com/?p=392</guid>
		<description><![CDATA[
Podemos dizer que Acesso livre e UNL (Universal Network Language) são iniciativas complementares, apesar de serem iniciativas distintas, elas se aproximam pela finalidade que é a diminuição de barreiras para a comunicação científica. Para um melhor entendimento do papel
de ambas as ferramentas apresentaremos breves características.
 
O Acesso Livre – open acess &#8211; é um movimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=392&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><img class="alignleft size-full wp-image-413" title="unl6" src="http://alemplus.files.wordpress.com/2009/03/unl6.jpg?w=250&#038;h=250" alt="unl6" width="250" height="250" />Podemos dizer que Acesso livre e UNL (Universal Network Language) são iniciativas complementares, apesar de serem iniciativas distintas, elas se aproximam pela finalidade que é a diminuição de barreiras para a comunicação científica. Para um melhor entendimento do papel<br />
de ambas as ferramentas apresentaremos breves características.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O Acesso Livre – <strong><em>open acess &#8211; </em></strong>é um movimento mundial que prega a disponibilização da informação científica livremente na internet através de repositórios eletrônicos. No Brasil, usamos duas traduções para o termo em inglês: Acesso Aberto que é a tradução literal, e Acesso Livre que a tradução conceitual do termo. A segunda é mais utilizada, pois ao dizermos que o acesso é livre, queremos dizer que além de ele ser aberto (sem restrições de uso), ele também é livre de custos para o usuário. Hélio Kuramoto em seu <span class="wp-caption-dd"><a class="wp-caption-dd" href="http://kuramoto.blog.br/2008/09/23/uma-breve-introducao-ao-open-access-acesso-livre/" target="_blank">blog</a> </span>justifica essa tradução citando Peter Suber: “&#8230;acesso livre significa que é digital, que é acesso em linha, que o acesso é gratuito e livre da maior parte das restrições relativas a direitos autorais e licenciamento&#8230;” Disponibilizar o conhecimento científico em  Acesso Livre ajuda no desenvolvimento de toda ciência, garante mais visibilidade à pesquisa e reconhecimento ao autor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">Por sua vez, a <a class="wp-caption-dd" href="http://www.undl.org/" target="_blank">UNL</a> é uma linguagem artificial projetada para permitir a representação do conhecimento de forma digital. Ela foi desenvolvida em 1996 no Instituto de Estudos Avançados da Universidade das Nações Unidas em Tóquio, no Japão; instituto esse dirigido por um brasileiro, o professor PHD Tarcísio Della Senta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A UNL tem como objetivos: o combate à exclusão digital e à diminuição da desigualdade entre as pessoas e povos. Ela permite a inclusão social, porque facilita o acesso à informação quebrando as barreiras de idioma. Diferentemente de um tradutor on-line, que traduz palavra por palavra, a UNL é capaz de interpretar conceitos tornando o acesso ao conhecimento científico legível para o usuário através de um processo onde os conceitos são transformados em códigos digitais e automaticamente reconhecidos pelo sistema que consegue representar o conteúdo semântico dos textos em qualquer língua natural. Na prática, a versão original do documento passa por traduções em múltiplos idiomas simultaneamente, eliminando ambigüidades, o que permite a comunicação multilíngüe. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">A aproximação entre Acesso Livre e UNL acontece pela complementação de suas funções. Ter acesso ao conhecimento produzido mundialmente é um grande avanço para as ciências e povos, mas adquirir informações científicas em um idioma legível pelos usuários torna o processo de comunicação mais eficaz, diminuindo as restrições de acesso devido à língua em que o documento foi escrito. Nas palavras de Della Senta:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<blockquote>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:70.8pt;text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">“A gente tem que falar inglês para ter acesso à ciência de ponta. Mas ciência de ponta pode estar Rússia! Para o espaço, a ciência de ponta está na Rússia. Quem é que tem acesso? A China tem uma série de desenvolvimentos que são muito interessantes. Para os japoneses, qual é o acss</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">e</span><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">o? A não ser que tudo venha pelo inglês&#8230;” <a class="wp-caption-dd" title="A linguagem UNL - Entrevista com Tarcísio Della Senta" href="http://www.ipol.org.br/imprimir.php?cod=179" target="_blank">INTERNET</a>. (DELLA SENTA, 2004)</span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O Acesso Livre e a UNL são iniciativas pioneiros na planificação do acesso à informação científica, mas ainda há muito que fazer. Atualmente existem barreiras culturais, econômicas e de comunicação, contudo o número crescente de repositórios e de adeptos mostra-nos que estas são ações vieram para se solidificar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Arial;"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/alemplus.wordpress.com/392/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/alemplus.wordpress.com/392/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=392&subd=alemplus&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Reabertura do Edital</title>
		<link>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/05/reabertura-do-edital/</link>
		<comments>http://alemplus.wordpress.com/2009/03/05/reabertura-do-edital/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 17:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>
		<category><![CDATA[Informação científica]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 20/03/09 foi republicado no DOU o edital para licitação dos equipamentos para contrução dos repositórios institucionais na instituições públicas de ensino e pesquisa. As principais modificações estão na extensão do prazo para submissão das propostas, que foi prorrogado em 60 dia (até 01/05/09), e melhor definição do conceito de instituiçõ de ensino, visando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=374&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>No dia 20/03/09 foi republicado no DOU o edital para licitação dos equipamentos para contrução dos repositórios institucionais na instituições públicas de ensino e pesquisa. As principais modificações estão na extensão do prazo para submissão das propostas, que foi prorrogado em 60 dia (até 01/05/09), e melhor definição do conceito de instituiçõ de ensino, visando eliminação de dúvidas.</p>
<p>O Ibict nos próximos dias publicará um modelo de políticas institucionais, para auxiliar as universidades e unidades de pesquisa na contrução de suas própria políticas.</p>
<p>Mais detalhes na página do <a class="wp-caption-dd" href="http://www.ibict.br/noticia.php?id=599" target="_blank">Ibict.</a></p>
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		<title>Publicar em Acesso Livre garante maior visibilidade e com isso leva ao aumento de citações</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 20:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Aline Ferrari Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acesso Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Científica]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja mais detalhes na notícia publicada pelo Jorna da Ciência



Acesso aberto aumenta citações


 



Estudo publicado na Science destaca importância de publicar artigos científicos em veículos abertos para estimular a &#8220;participação global na ciência&#8221;
Publicar artigos científicos em serviços de acesso livre e gratuito aumenta a quantidade de citações que os autores recebem. O aumento não é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=alemplus.wordpress.com&blog=4987446&post=345&subd=alemplus&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Veja mais detalhes na notícia publicada pelo <a class="wp-caption-dd" href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=61836" target="_blank">Jorna da Ciência</a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" height="10"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#993300;font-size:x-small;"><strong>Acesso aberto aumenta citações</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td width="64%" height="13"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#666666;font-size:xx-small;"><strong> </strong></span></td>
<td width="36%" height="13"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2"><span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:x-small;">Estudo publicado na Science destaca importância de publicar artigos científicos em veículos abertos para estimular a &#8220;participação global na ciência&#8221;</p>
<p>Publicar artigos científicos em serviços de acesso livre e gratuito aumenta a quantidade de citações que os autores recebem. O aumento não é tão grande como se achava, mas ainda assim é significativo, particularmente nos países em desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;A influência do acesso aberto (open access) é mais modesta do que foi estimado anteriormente. [O aumento] Está em torno de 8% para pesquisas publicadas recentemente, mas está clara a sua capacidade de ampliar o círculo global daqueles que podem participar e se beneficiar da ciência&#8221;, destacaram os autores em artigo publicado nesta sexta-feira (20/2) na revista Science.</p>
<p>James Evans e Jacob Reimer, da Universidade de Chicago, usaram dados dos índices de bases da Thomson ISI, incluindo artigos e citações associadas dos 8.253 periódicos científicos mais citados desde 1945. Os dados foram comparados com a disponibilidade dos periódicos conforme a serviço Information Today.</p>
<p>No total, os pesquisadores analisaram dados de cerca de 26 milhões de artigos, dos quais 88% foram publicados em inglês. Os 77% de artigos que continham informação a respeito das instituições às quais os autores estão ligados tiveram seus dados confrontados com informações econômicas dos países, obtidos do Banco Mundial e de agências da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>Os resultados indicaram que a influência da publicação em acesso aberto foi mais do que duas vezes maior nos países em desenvolvimento em comparação com os mais ricos. Nas nações mais pobres a tendência não ocorreu, segundo os autores, devido à precariedade do acesso à internet.</p>
<p>O artigo Open access and global participation in science, de James Evans e Jacob Reimer, pode ser lido por assinantes da Science em http://www.sciencemag.org.<br />
(Agência Fapesp, 20/2)</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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